Esporte como negócio
O Brasil irá hospedar os dois maiores eventos esportivos do planeta em sequência. É apenas o quarto país na história a ter esse privilégio.
Em tese este fato é uma maravilha para o esporte nacional. É a oportunidade de darmos um salto gigantesco em todos os aspectos do esporte.
Mas será que vamos conseguir? Será que já não passou tempo demais para começarmos a trabalhar essa evolução?
Não me refiro a novos estádios, a legado, a melhoria em nossas condições de treinamento.
Me refiro a criar uma cultura do esporte, ou seja, mostrar os benefícios da prática esportiva, mostrar para as empresas os benefícios que o esporte oferece às suas marcas.
Esse seria um círculo virtuoso fundamental para o futuro da indústria do esporte no Brasil.
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